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Alteração da marcha, um assunto muito sério

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Alteração da marcha, um assunto muito sério

A população de idosos, no Brasil, chega a 14,5 milhões de pessoas. Segundo estimativas, anualmente são registradas 4,35 milhões de quedas, no mínimo. E desse total, estudos indicam que em torno de 2,175 milhões, ou seja, quase metade, resultam em algum tipo de lesão. E mais: 10% destas lesões são consideradas graves.

“As quedas levam a um maior risco de declínio da independência funcional e o aumento da necessidade de hospitalização, onerando os serviços de saúde. E, claro, representam importante causa de mortalidade, não só de idosos, mas também entre adultos e jovens”, afirma o coordenador de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o fisioterapeuta Handerson Meurer.

Segundo ele, o processo de envelhecimento está associado a um dos principais fatores de alteração no padrão da marcha e no equilíbrio dos seres humanos. “A análise destas funções motoras pode contribuir para identificar situações de risco potencial para quedas, sendo este um evento que representa um grave problema de saúde pública, em função da frequência e das consequências físicas, psicológicas e sociais que pode acarretar”, diz o fisioterapeuta do CREB.

O CREB disponibiliza para seus pacientes um moderno setor de reabilitação neurológica, muito bem equipado e com profissionais especializados, para o tratamento de diversas doenças envolvidas nas alterações de marcha. Handerson destaca as duas piscinas, específicas e apropriadas para reabilitação, por exemplo. “Temos protocolos que abrangem inúmeras técnicas de cinesioterapia, oferecendo um tratamento objetivo e diferenciado, trazendo com maior brevidade o reestabelecimento da qualidade de vida”, finaliza ele.


Enurese: uma palavra que os pais precisam conhecer

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Não culpe seu filho. A enurese – emissão involuntária de urina, na maior parte das vezes no período noturno – pode ser angustiante, pois traz dificuldades no convívio familiar e social da criança. Ela impacta de forma negativa na sua autoestima e qua...

Não culpe seu filho.

A enurese – emissão involuntária de urina, na maior parte das vezes no período noturno – pode ser angustiante, pois traz dificuldades no convívio familiar e social da criança. Ela impacta de forma negativa na sua autoestima e qualidade de vida, além de aumentar o trabalho dos pais pelas roupas extras para lavar, tempo gasto com limpeza de colchões e o incômodo com o mau cheiro, entre outros.

“Os pais, em geral preocupam-se com o problema da enurese, mas existem dois grupos: os que entendem que o problema é incontrolável e os intolerantes, que atribuem a causa à preguiça da criança e, algumas vezes, os castigam fisicamente. O apoio psicológico é fator fundamental na cura da enurese. O grau de impacto que a criança sofre pode estar diretamente relacionado à forma como seus pais lidam com o problema”, relata a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A primeira coisa que os pais devem ter em mente, de acordo com a fisioterapeuta, é que a enurese não acontece por culpa da criança. Atitudes como comentários jocosos, reclamações, brigas ou castigos só vão aprofundar o problema. A criança ou adolescente se sentirá punido por algo que não consegue evitar, o que piora o aspecto emocional do problema. “Algumas medidas tomadas pelos pais podem retardar a solução do problema, como, por exemplo, acordar a criança à noite para ir ao banheiro, o que pode fazer com que ela se acostume a urinar somente quando despertada, não dando chance para que desenvolva o controle da micção. Colocar fraldas não resolvem o problema e atrapalham o desenvolvimento normal da criança. Impedir que a criança beba líquidos antes de dormir, além de não evitar a enurese, pode fazer com que ela se acostume a responder a pequenas quantidades de urina na bexiga, um dos fatores causadores da enurese”, garante Waleska.

A enurese é um problema sério e deve ser tratada com acompanhamento de profissional experiente no tema. A primeira medida dos pais deve ser realizar consulta médica com um urologista pediátrico. Ele realizará os exames necessários para descartar outras causas para a enurese e indicará o tratamento adequado de acordo com as características do problema apresentado. O CREB dispõe dos mais avançados recursos de fisioterapia urológica, que apresentam excelentes resultados nesses casos.


Hidroterapia é recomendada para pacientes com fibromialgia

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Um amplo estudo publicado no Journal of Physical Therapy Science, intitulado “Os efeitos do exercício aquático, isométrico força-alongamento e aeróbico em parâmetros físicos e psicológicos de pacientes do sexo feminino com síndrome da fibromialgia”,...

Um amplo estudo publicado no Journal of Physical Therapy Science, intitulado “Os efeitos do exercício aquático, isométrico força-alongamento e aeróbico em parâmetros físicos e psicológicos de pacientes do sexo feminino com síndrome da fibromialgia”, revela que exercícios aquáticos aeróbicos oferecem benefícios terapêuticos superiores no tratamento da fibromialgia.

Os pesquisadores analisaram o impacto exercido pelos exercícios aquáticos aeróbicos e de alongamento de força isométrica nos parâmetros físico e psicológico dos pacientes com fibromialgia, comparando exercícios isométricos de força e alongamento, aeróbicos em ginásios e aeróbicos realizados em piscinas. Eles comprovaram que a terapia aeróbica realizada em piscinas foi a mais eficaz. Segundo os pesquisadores, o motivo está ligada à ausência da força de impacto sobre as articulações durante os exercícios na água. A conclusão do estudo é que a hidroterapia é, de fato, mais eficaz e ajuda a devolver a qualidade de vida perdida para pacientes com fibromialgia.

“Muitos pacientes com fibromialgia apresentam níveis mais baixos de força muscular e resistência aos exercícios. A prática regular de exercício físico para esses pacientes é fundamental, e faz parte do tratamento prescrito. A hidroterapia é uma excelente opção, pois é realizada em piscinas apropriadas, com água em 36 graus, eliminando o impacto e ajudando a relaxar. De fato, pode ajudar no condicionamento físico, no combate à dor e na consequente melhora da qualidade de vida do paciente”, afirma o Dr. Sergio Rosenfeld, Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo estatísticas, 2% da população mundial é acometida pela doença, entre os quais 80% a 90% são mulheres entre 30 e 60 anos. A doença não tem uma causa aparente e os principais sintomas são dor em várias partes do corpo, dor de cabeça, sensibilidade ao frio, tristeza, fadiga, tonteiras e sono não reparador, entre outros. O Dr. Sergio acrescenta que o tratamento é individualizado, utiliza medicamentos, prática regular de exercício físico e no CREB, são utilizados protocolos que incluem acupuntura, RPG e pilates tearapêutico, entre outros.



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